
ELEGER O 1º ENTREGADOR DEPUTADO DO BRASIL

MAIS DE DUAS DÉCADAS NO CORRE
JR Freitas é motoboy e entregador de aplicativo há mais de duas décadas, nascido e criado no Capão Redondo, periferia da Zona Sul de São Paulo. Homem negro, pai e fruto da cultura hip-hop, construiu sua consciência política no rap e viajou pelo Brasil abrindo shows dos Racionais MC’s, sem nunca deixar o trabalho nas ruas.
Durante a pandemia, transformou a revolta com a precarização em organização coletiva e se tornou uma das principais vozes da categoria. É coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Direitos e luta por direitos, renda e poder para entregadores, motoboys e trabalhadores precarizados. Em 2026, é candidato a deputado estadual com a missão de eleger o primeiro entregador deputado do Brasil.
QUEM APOIA
JR FREITAS
propostas para sp & para o brasil
UMA VIDA
NO CORRE





NOSSAS PROPOSTAS
PARA OS ENTREGADORES DE APLICATIVOS
TAXA MÍNIMA DE R$10
Defendo uma taxa mínima de R$10 para todas as entregas, além de R$2,50 por km adicional e o pagamento das entregas agrupadas.

Estabelecer parâmetros nacionais de remuneração que considerem custos operacionais e garantam taxas mínimas por entrega, evitando a desvalorização pelo uso de bônus artificiais.
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Tarifa mínima de R$ 10,00: garantia de pagamento mínimo por entrega de até 4 km, mais R$ 2,50 por quilômetro extra para valorizar o suor de quem está na pista.
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Pagamento integral das entregas agrupadas: recebimento integral e obrigatório por cada rota realizada, eliminando a exploração de corridas acumuladas de graça pelas plataformas.
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Fim do bloqueio sem defesa: proibição de banimentos e suspensões automáticas por parte dos algoritmos, assegurando o direito de ampla defesa e atendimento humano.
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Selo: apoiar a criação do selo estadual de trabalho decente em plataformas digitais.
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Garantir clareza sobre critérios de preços, distribuição de chamadas e mecanismos algorítmicos que afetam diretamente a renda e o trabalho dos entregadores. Exigir transparência algorítmica por meio do Procon-SP, obrigando as plataformas a detalharem os valores pagos ao trabalhador, disponibilizarem painel de ganhos e assegurarem a revisão humana em bloqueios.
Proibir bloqueios automáticos e assegurar o direito à defesa, exigindo justificativa objetiva e supervisão humana em todas as decisões da plataforma.
Criar sistemas de proteção contra acidentes e doenças que preservem a autonomia e flexibilidade do trabalhador sem descuidar da segurança jurídica. Isso inclui a criação do Fundo de Saúde e Segurança do Trabalhador (FESTP) financiado por microcontribuição das empresas de aplicativos, além da oferta de auxílio-capacitação em cursos de direção defensiva e letramento algorítmico.
Implementar políticas de prevenção a acidentes e violência, combatendo a gamificação nociva e criando mecanismos de proteção física e mental. As medidas incluem a proibição da obrigatoriedade de subida em condomínios, exigência de estrutura adequada em shoppings e centros comerciais, combate a metas perigosas e integração de botão de pânico ao Copom da PM.
Ampliar a rede de infraestrutura urbana com banheiros, água, local de descanso e conectividade em locais estratégicos para os trabalhadores, implantando uma rede estadual de pontos de apoio públicos com meta inicial de 100 pontos na Região Metropolitana de São Paulo, incluindo espaços de suporte às mulheres.
Facilitar o acesso a crédito público para manutenção de veículos e equipamentos, reduzindo as despesas operacionais da categoria. Inclui a desburocratização do acesso ao Banco do Povo e o incentivo ao programa de e-mobilidade popular para financiamento de bicicletas e motos elétricas.
Assegurar a liberdade sindical e a negociação coletiva sem sofrer retaliações, bloqueios ou interferência das empresas nos movimentos dos trabalhadores.
Garantir a participação direta dos trabalhadores em conselhos e fóruns de decisão sobre as políticas públicas que afetam a categoria.
Produzir e divulgar dados transparentes sobre as condições de trabalho e renda para orientar políticas públicas eficazes e respeitar a proteção de dados pessoais. Essas informações devem orientar políticas públicas e estar disponíveis de forma transparente para trabalhadores, pesquisadores e sociedade civil.
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Obrigar shoppings e centros comerciais a oferecerem estrutura: exigir que grandes polos de circulação reservem áreas específicas para a retirada rápida de mercadorias e permanência segura dos trabalhadores.
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Combater a gamificação e criar o botão de pânico: fiscalizar plataformas que usam bônus de tempo ou punições de velocidade que induzem ao risco, além de criar protocolos de integração do botão de pânico com o Copom da Polícia Militar.
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Garantir o auxílio-capacitação: oferecer cursos gratuitos de direção defensiva e letramento algorítmico, prevendo pagamento de auxílio aos matriculados nos moldes do Programa Operação Trabalho.
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Apoiar a criação do selo estadual trabalho decente em plataformas digitais: fiscalizar e certificar empresas que comprovem transparência na composição de preços, remuneração líquida compatível e canais de atendimento humano.
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O QUE JR JÁ FEZ
PELOS ENTREGADORES DE APLICATIVOS

Coordenou as greves nacionais do breque dos apps
Liderou as mobilizações de 2023 a 2025, provando que a auto-organização popular pode parar o lucro dos bilionários das plataformas.

trabalhadores
sem direitos
Após adoecer gravemente na pandemia de covid-19 e se ver desamparado pelas multinacionais de aplicativo, ele percebeu que precisava organizar a categoria. Hoje, JR atua como coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Direitos, disputando espaço nas ruas e nas redes para que o trabalhador precarizado tenha poder de verdade.




























